
- Paracetamol, quem vai querer?
- Não, obrigado... Prefiro verduras.
“De medico e louco todo mundo tem um pouco”. Isso pode ser prejudicial, sabia? Existem uns que (às vezes inconscientemente) adotam a seguinte máxima:
“Não vou me preocupar. Se continuar doendo, passo na farmácia, compro qualquer coisa e logo já não sentirei mais nada”.
Que perigo! Não sentir nada pode ser muito perigoso.
Como de medico todo mundo tem um pouco, me peguei diagnosticando algumas possíveis causas de alguns falecimentos na minha igreja. E lá vai o principal diagnostico: a AUTOMEDICAÇAO. Que inclusive tem sido muito perigosa por que as pessoas muitas vezes confundem o que pode ser uma grande complicação medica com um simples resfriado. Automedicam-se, não sentem nada durante um tempo, e quando parece que esta tudo bem, caem duras no chão.
Está cheio de doente por aí que não está sentindo dor alguma. Isto é bom? Não! É péssimo porque alem de dor, elas não sentem mais nada. Perdem totalmente a sensibilidade e a noção das coisas. Eu sou um que tomei tanto analgésico genérico de baixa qualidade que só agora voltei a sentir as minhas pernas (acho até que era remédio falsificado). Mas se Deus quiser, logo volto a andar. É preferível ranger os dentes se for necessário... E visitar um medico é fundamental.
Eu não justificaria o que estas pessoas estão fazendo. Mas acho que posso explicar o porquê automedicar-se está sendo preferido: É principalmente porque as pessoas têm medo da dor. Alem do que, o tratamento pode exigir a abstinência temporária de algo que as pessoas gostam muito. Ou ainda, quem nunca ouviu o doutor falar: “Você come verduras? Não? Então, se quiser melhorar, vai ter que comer”.
- Não, obrigado... Prefiro verduras.
“De medico e louco todo mundo tem um pouco”. Isso pode ser prejudicial, sabia? Existem uns que (às vezes inconscientemente) adotam a seguinte máxima:
“Não vou me preocupar. Se continuar doendo, passo na farmácia, compro qualquer coisa e logo já não sentirei mais nada”.
Que perigo! Não sentir nada pode ser muito perigoso.
Como de medico todo mundo tem um pouco, me peguei diagnosticando algumas possíveis causas de alguns falecimentos na minha igreja. E lá vai o principal diagnostico: a AUTOMEDICAÇAO. Que inclusive tem sido muito perigosa por que as pessoas muitas vezes confundem o que pode ser uma grande complicação medica com um simples resfriado. Automedicam-se, não sentem nada durante um tempo, e quando parece que esta tudo bem, caem duras no chão.
Está cheio de doente por aí que não está sentindo dor alguma. Isto é bom? Não! É péssimo porque alem de dor, elas não sentem mais nada. Perdem totalmente a sensibilidade e a noção das coisas. Eu sou um que tomei tanto analgésico genérico de baixa qualidade que só agora voltei a sentir as minhas pernas (acho até que era remédio falsificado). Mas se Deus quiser, logo volto a andar. É preferível ranger os dentes se for necessário... E visitar um medico é fundamental.
Eu não justificaria o que estas pessoas estão fazendo. Mas acho que posso explicar o porquê automedicar-se está sendo preferido: É principalmente porque as pessoas têm medo da dor. Alem do que, o tratamento pode exigir a abstinência temporária de algo que as pessoas gostam muito. Ou ainda, quem nunca ouviu o doutor falar: “Você come verduras? Não? Então, se quiser melhorar, vai ter que comer”.
Um comentário:
Brother fico pensando comigo. O que é automedicação? O que nos leva a isto? E com qual intuito a fazemos?
A verdade é que para tudo que façamos sempre procuraremos uma justificativa.
A realidade é essa mesma. Muitos ou ainda milhares de nós têm se automedicado. Mas será que podemos diagnosticalos sem antes examinalos? Será que essa tem sido a principal causa de morte?
Não devemos só diagnósticos, mas também prevenimos.
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